<BODY ><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d22473777\x26blogName\x3dQue+Tenhas+Teu+Corpo\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLACK\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://quetenhasteucorpo.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_BR\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://quetenhasteucorpo.blogspot.com/\x26vt\x3d1140292415204065575', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
 
   Index






Design by
Gustavo Eólico
2005-2006




Habeas Corpus
-
Que tenhas teu Corpo
A ARTE DE MENTIR

onheci muitas pessoas e quase todas sabiam de ser pessoas.

Para o espírito é muito necessário saber mentir, pois mentir é flexibilizar a verdade num tempo conveniente, até mesmo num tempo irreal, simular para si e aos outros é uma arte essencial para habitarmos entre nossos iguais.

Eu não sou um bom mentiroso, tenho melhores virtudes, mas eu ainda aprenderei a técnica, com o tempo poderei dizer sem ninguém acreditar mas me permitindo dizer, que sou um ser humano perfeito, e nisso, nessa pequena falsidade eu serei de verdade alguém.

Seja no tempo que for.


8:25 PM



UMA JAULA PARA UM SUSPIRO

Sem pensar duas vêzes joguei o meu tesouro dentro do mar, devolvi ao fundo de tudo o meu último ouro, não há caminhos senão o poço escuro e sem parede da negritude profunda, lá embaixo, onde estão todos os meus orgulhos, fazendo um labirinto infinito entre si mesmos, sem chance de encontrar a saída.

E se corro para todo os lados venho às praias sentir o tostar do sol, e a verdade me expulsa de novo, retorno então mais molhado de lágrimas para meu barco de sal, e o abismo onde guarda-se minha riqueza cobre-se de um manto escuro e vergonhoso, só pra mim, meu céu sem estrelas.

Quando então retorno, sem forças e sentado num dos baús das muitas lembranças, tento varar com o coração o teto nada criativo da desilusão, e chego bem perto de furá-lo com muitas idéias malditas, cada palavra uma suma irritação, e vejo a sangria da pele, do peito e das lavras que faço, arando meu inimigo com tudo de mim em destruição.

Ah! Ensina-me âncora a ficar nesse fundo, nesse chão.


3:20 AM




Dê a outra face, repouse em conflitos
e ande sobre mares revoltos.
Eis a Liberdade.