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Gustavo Eólico
2005-2006




Habeas Corpus
-
Que tenhas teu Corpo
"TRAFICANTE DE CABEÇAS"

onhei com algo especial, mas ainda sem muitos significados, foi durante um cochilo antes de um dia de trabalho solitário na madrugada, então vou relatar aqui:

Estava acontecendo o aniversário(?) do rio que passa por minha cidade, e por isso as pessoas foram aos seus festejos, meu irmão está perto de mim a me falar que fez a passagem dele por essa comemoração, eu não o vejo enquanto ele relata, mas à medida que o faz viajo no que é narrado, e ele está num rio onde tem muitos jardins no meio do caminho, flores estranhas e lindas, eu enquanto vou no barquinho com ele e meu vizinho tento pegar alguma muda daquelas bromélias estranhas, durante todo o percurso eu sinto muito medo, e adianto a conversa o máximo possível imaginando que o trajeto era pequeno, e assim se deu, e ele me apresentou sua aventura até um trecho onde várias vezes o chão tinha marcas imensas e eu falei que eram rastros de serpentes imensas, jibóias, atentei para o nome! E ele não acreditou e de repente apareceram um monte delas pelo caminho de sua narração, chegamos então a um ponto crítico onde meu vizinho disse que precisaram sair do barco e escalar um pequeno degrau de quedas, a água era barrenta e nesse ponto eu falei que fizera o mesmo caminho só que pelas beiradas, segui ainda mais pouco com eles no que falavam e passei por debaixo de uma estrutura imensa que parecia uma grande e gorda ponte, até subir o morro por onde se chegava à minha casa, ali, já podia se ver de longe o rio se transformar em chão de pedras, até apontei para o final e mostrei uma menina no horizonte caminhando sobre as partes mais rasas, e ali descemos.

Eu não fui para casa, eu continuei nos festejos do rio, ao passar pela casa vizinha, imediata à minha, tinha um grande ônibus parado ao lado e um estranho senhor atrás de um muro, esse eu nunca havia visto e ele parecia bem pobre e velho, começou a me falar algo que não entendia, cheguei de mais perto, e de repente, sem perceber todo o lugar já havia se transformado, e aquele senhor parecia bem diferente, agora um homem gordo e sem cabelos, com a pele vermelha de tanto sol, os olhos dele eram azuis, e eu os olhava profundamente, tinham dentes amarelos e envelhecidos e o que me dizia eu entendi, perguntei onde estava ele me falou que se tratava de uma maternidade, olhei ao lado e tinha mulheres pobres por todos os lados, eu fiquei muito triste pelo ambiente sujo e velho, vi pessoas miserentas sendo atendidas, então virei e disse ao senhor ali que poderia ajudá-los com dinheiro, e ele se recusou, então me aproximei e abri os braços falando uma língua que eu não entendia o significado, e ele vi então atrás dele, do outro lado de uma vitrine o que parecia ser uma cozinha, e ali dentro tinham vários fetos, havia imediata a essa vitrine outra sala, e uma mulher se aproximando com uma seringa grande e gorda de sangue, e entraram duas pacientes lá. Eu fiquei tão espantado que deixei o lugar tentanto o máximo possível de não entregar meu espanto, mas ao sair uma voz de mulher mandou aquele senhor correr atrás de mim e me pegar, e dizia que me entregariam para CIA como um criminoso em dois delitos, um deles não consigo recordar, e o outro como Traficante de Cabeças, eu corri sem sentir meus pés até o final de um imenso corredor que era o do meu colégio primário, ao final, acordei pois não tive esperanças de conseguir fugir dessa caçada, acordei de medo.


2:21 AM

Dê a outra face, repouse em conflitos
e ande sobre mares revoltos.
Eis a Liberdade.